Tribunal de Justiça do Piauí amplia a rede para receber denúncias de violência doméstica

O TJ atualizou o protocolo da campanha.


 Tribunal de Justiça do Piauí amplia a rede para receber denúncias de violência doméstica
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O Tribunal de Justiça do Piauí (TJ) amplia a rede para receber denúncias de violência doméstica, principalmente através da campanha Sinal Vermelho, em que a mulher usa a palma da mão como instrumento de socorro. O TJ atualizou o protocolo da campanha para dar à Polícia Militar do Piauí as diretrizes necessárias para que os policiais identifiquem mulheres vítimas de violência doméstica.

A Campanha Sinal Vermelho teve início em 2020, quando a mulher vítima de violência pode se dirigir até uma farmácia com um X na palma da mão e conseguia ajuda dos funcionários. Agora, com a ampliação da campanha e apoio da Polícia Militar no Piauí, outras empresas podem aderir à campanha. 

Para tratar sobre esse assunto a juíza Keylla Ranyere, coordenadora estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica do Poder Judiciário, esteve no Quartel do Comando Geral da PM para entregar o protocolo atualizado. 

“Reajustamos esse protocolo operacional padrão com a forma que a polícia vai acolher essa mulher. Para que ocorra da melhor forma, é necessário a parceria entre as instituições. Qualquer empresa, seja pública ou privada, pode participar e ganhar o selo Empresa Amiga da Mulher”, destacou a juíza Keylla Ranyere. 

Foto: Renato Andrade / Cidadeverde.com 

A capitã Leoneide Rocha ressaltou que com o protocolo a PM poderá atuar de forma padronizada no atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica. “Todas as ações estão descritas para que o policial saiba qual o procedimento e qual andamento necessário que a mulher vai necessitar”, acrescentou a capitã. 

Método 

O método é simples: a vítima desenha um X na palma da mão e, ao chegar ao estabelecimento associado à campanha, exibirá ao atendente, que acionará as autoridades. 

Após a denúncia, os profissionais seguem um protocolo para comunicar a polícia e o acolhimento à vítima. Os funcionários da empresa não serão conduzidos à delegacia e nem, necessariamente, chamados a testemunhar.


Fonte: cidadeverde.com 

Christiane albuquerque

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