Tem início Censo 2022 no Piauí; saiba identificar recenseadores

recenseadores trabalharão uniformizados, com boné e colete azuis com a logomarca do Instituto. No colete, haverá um crachá de identificação, com foto e número de matrícula do profissional.


 Tem início Censo 2022 no Piauí; saiba identificar recenseadores
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A coleta de informações do Censo Demográfico 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inicia nesta segunda-feira (1º), com mais de 2,6 mil profissionais no Piauí, entre agentes censitários e recenseadores. Eles devem visitar cerca de 900 mil domicílios nos 224 municípios do estado.

O lançamento oficial da operação estatística aconteceu na Praça Rio Branco, no Centro de Teresina. Conforme o cronograma, as coletas de dados serão feitas até o início de novembro e os primeiros resultados, com dados populacionais, devem ser divulgados a partir de dezembro.

Em entrevista à TV Clube, o chefe do IBGE no Piauí, Leonardo Passos, destacou que recenseadores trabalharão uniformizados, com boné e colete azuis com a logomarca do Instituto. No colete, haverá um crachá de identificação, com foto e número de matrícula do profissional.

A identidade dos recenseadores também poderá ser verificada por meio do site do IBGE ou do telefone 0800 721 8181.

“A população vai poder reconhecer esse recenseador por meio do uniforme que ele estará trajando. Ele estará com um crachá, esse crachá tem a identificação do agente do IBGE e tem também um QR Code. Então a população pode usar o celular pra ler o QR Code e confirmar a identidade”, comunicou Leonardo.

Saiba como identificar um recenseador do IBGE — Foto: Reprodução/IBGE
Saiba como identificar um recenseador do IBGE — Foto: Reprodução/IBGE

No Censo 2022 , os questionários poderão ser respondidos no formato físico, diretamente ao recenseador, por telefone ou internet. Há dois tipos de documento: o básico, com 26 perguntas, que leva cerca de 5 minutos para ser respondido; e o ampliado, com 77 questões, que leva aproximadamente 16 minutos.

“Além da forma tradicional, que é a forma presencial, ao chegar ao domicílio, o informante vai poder optar também por responder o censo de outras duas formas. Pela internet, nesse caso, o recenseador vai entregar um e-ticket, uma senha para que o informante possa [acessar o questionário e] responder. Ou ainda pelo telefone, ele (informante) vai poder agendar um horário pra responder”, explicou o chefe do IBGE no Piauí.

Aldeias indígenas e territórios quilombolas também estarão incluídos na pesquisa. A coleta domiciliar nas áreas indígenas começa em 10 de agosto, e a dos territórios quilombolas, em 17 de agosto.

Caso o recenseador não encontre o morador na primeira visita a um domicílio, o IBGE orienta que o profissional deixe um recado e, se possível, tente contato por telefone. O recenseador também deve retornar ao domicílio, no mínimo, mais quatro vezes, em turnos alternativos.

“É uma pesquisa rápida, que traz informações importantíssimas pra gente conhecer, trazer um retrato fiel e amplo de toda a população brasileira. É a única pesquisa que vai visitar todas as casas do país. E é importante que toda a população receba bem o recenseador, prestando as informações corretamente”, afirmou Leonardo Passos.

“O Censo tem uma principal função que é contar a população. Só pelo Censo, a gente pode saber, por exemplo, a população de um bairro, dos estados, dos municípios. A gente vai poder conhecer a situação de cada bairro em relação ao acesso à água, à coleta de lixo, além de trazer temas novos e interessantes. Por exemplo, vai ser a primeira vez que o IBGE vai trazer um retrato sobre o autismo da população”, completou.

Censo 2022

O questionário básico do Censo Demográfico 2022 traz os seguintes blocos de perguntas: identificação do domicílio, informações sobre moradores, características do domicílio, identificação étnico-racial, registro civil, educação, rendimento do responsável pelo domicílio, mortalidade.

Já o questionário da amostra, além dos blocos contidos no questionário básico, investiga também: trabalho, rendimento, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, pessoas com deficiência, migração interna e internacional, deslocamento para estudo, deslocamento para trabalho e autismo.

A pesquisa nacional é realizada a cada 10 anos e, com base nesse cronograma, deveria ter sido feita em 2020. O Censo foi adiado inicialmente em razão da pandemia de Covid-19. Mas em 2021 sofreu novo adiamento, por falta de orçamento. Após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), o governo federal liberou os R$ 2,3 bilhões necessários para a realização da operação censitária.

Fonte: G1

Samuel Aguiar

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