Sete casos da varíola dos macacos já são contabilizados no Piauí

Os últimos três casos, inseridos na segunda-feira (05), são de homens de Teresina com idades de 22 anos (01) e 29 anos (02).


 Sete casos da varíola dos macacos já são contabilizados no Piauí
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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), através do Centro de Informações Estratégicas e Vigilância em Saúde do estado do Piauí(CIEVS), confirmou mais três casos de Monkeypox (varíola dos macacos) no estado. Todos os novos casos são da capital Teresina.

De acordo com o Painel Epidemiológico Monkeypox do Piauí, no estado já foram confirmados sete casos da doença, sendo todos em pacientes do sexo masculino. Os últimos três casos, inseridos na segunda-feira (05), são de homens de Teresina com idades de 22 anos (01) e 29 anos (02).

Os municípios com casos confirmados da doença são: Teresina (05), Parnaíba (01) e Batalha (01). “A Sesapi está sempre vigilante com relação à varíola dos macacos e todas as demais doenças, prestando orientações às vigilâncias municipais sobre como proceder com casos suspeitos e confirmados”, explica o superintendente de Atenção à Saúde e Municípios, Herlon Guimarães.

Ainda segundo o painel, no Piauí 92 casos de varíola dos macacos já foram notificados, desses sete foram confirmados, 41 descartados, 43 ainda estão em investigação (suspeitos) e 01 provável (esperando conclusão de outros exames). A faixa etária com maior prevalência dos positivos são de 20 a 29 anos, com 100% dos casos positivos em pessoas do sexo masculino. “É de fundamental importância a população ficar atenta aos sinais e sintomas da doença, e procurar os serviços de saúde do município caso comece a detectar sintomas como febre, dor de cabeça, dor muscular e o surgimento de vesículas pelo corpo. Nossas unidades de saúde estão capacitadas para atender à população”, lembra o superintende.

Os casos suspeitos estão registrados em 15 cidades piauienses, sendo a capital Teresina(20) e a cidade de Parnaíba (06) a contabilizar o maior número. “Lembramos também da necessidade de manter os cuidados para a prevenção da doença, que é transmitida através do contato direto pessoa a pessoa (pele, secreções) e exposição próxima e prolongada com gotículas e outras secreções respiratórias. Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infectantes, o que significa que o vírus pode ser transmitido por meio da saliva. A infecção também pode ocorrer no contato com objetos recentemente contaminados, como roupas, toalhas, roupas de cama, ou objetos como utensílios e pratos, por isso os cuidados com a higiene são fundamentais, além do uso de máscaras”, reforça Herlon Guimarães.

Fonte: Sesapi

Samuel Aguiar

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